![]() |
| Atualmente, os Estados Unidos lançaram novos bombardeios no Irã, que fechou seu espaço aéreo (AirNav Radar) |
![]() |
| Parte do mapa mundi com as rotas aéreas rastreáveis (AirNav Radar) |
![]() |
| Atualmente, os Estados Unidos lançaram novos bombardeios no Irã, que fechou seu espaço aéreo (AirNav Radar) |
![]() |
| Parte do mapa mundi com as rotas aéreas rastreáveis (AirNav Radar) |
... se o famigerado e finado Enéas Carneiro, tão idealizado pelos nacionalistas, fosse presidente do Brasil
Um misterioso usuário do YouTube, cujo codnome é 'Sobrevivente', usou todas as inteligências artificiais disponíveis. E todas elas responderam da mesma forma, porém com vieses diferentes: ele tinha ideias fortes e polêmicas, um discurso impressionante para quem conseguisse entendê-lo, mas nunca foi eleito, não tendo a experiência administrativa para governar efetivamente.
De qualquer forma, seria um mero exercício de imaginação, mesmo porque ele morreu em 2007 e mortos há quase 20 anos não podem concorrer com Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos ou outros possíveis candidatos (Romeu Zema, Ronaldo Caiado). No entanto, serve como um teste para as ferramentas de IA.
Este blog já esteve mais interessado nos jogos da Seleção, como uma boa parte dos brasileiros.
E, atualmente, está mais interessado em notícias que realmente façam sentido para o Brasil. Mesmo de forma negativa, como o evento Gilmarpalooza em Lisboa, as bravatas de Lula direcionadas a Donald Trump ou mais uma tentativa de assassinar o Hino Nacional no último amistoso da Seleção contra os "temiveis" e temerosos, muito mais temerosos do que temiveis, panamenhos. A autoria é atribuída a Alcione, uma grande sambista mas não muito chegada a fazer essas coisas chatas, como cantar hinos, e também a Belo, o mesmo cantor pagodeiro e amigo de traficantes, alvos de interesse dos americanos desde antes do anúncio do decreto de Trump e Rubio. Os dois desafinaram, erraram a letra e não sincronizaram as vozes. Tudo isso com a complacência da CBF, responsável por contratar a dupla.
| Endrick comemorou o gol da vitória magra sobre o time de Salah (Rafael Ribeiro/CBF) |
Ah, e a Seleção ganhou dos egípcios (o time de Salah e mais dez) hoje, mas não foi de goleada (2 a 1). Nada para se preocupar, mas os que creem num vexame na Copa nao dormem mais tranquilos. Talvez nem liguem para a partida de hoje.
Este blog já teve uma qualidade melhor. Parece que está afetado pelo mesmo problema dos outros que vieram antes, ou até mesmo depois, dele: a falta de um ritmo constante de publicações. Isso tem a ver com a falta de tempo para postar, mas também pelo esgotamento de algumas pautas, enquanto outras são intensivamente exploradas por portais de notícias ou, principalmente, pelas redes sociais.
Para não deixar o espaço morrer, cabe repensar o uso. E, como já foi repetido algumas vezes, será necessário diversificar. Nesta semana, já houve a exploração de animações toscas, uma de autoria própria e outra de outro autor, cujo nome não descobri, mas serviu como propaganda de guerra e de política. Ambas diarreias mentais.
Política, economia, crimes, corrupção, assuntos internacionais, tudo já foi abordado com frequência. A campanha política, cujo ritmo parece ditado mais pelo Flávio Bolsonaro (a sua participação na Marcha para Jesus foi muito comentada, para tentar amenizar o estrago causado pelo envolvimento com o Daniel Vorcaro e o filme Dark House) do que pelo próprio presidente (ainda não oficialmente candidato à reeleição, mas empenhado em todo tipo de medida visando ganhar votos), é o assunto mais explorado pelas mídias, ao lado da guerra no Oriente Médio. O conflito entre Ucrânia e Rússia, ainda muito intenso, ficou meio esquecido, mas ainda causa mortes, devastação e risco de escalada, com o envolvimento de países atingidos pelo fogo cruzado, como a Romênia, a Polônia e a Hungria.
Até segunda, cabe colocar algo interessante. Pensarei nisso neste fim de semana.
Este blog ficou infestado de animações toscas e de qualidade questionável para baixo. Mas a culpa não é só do autor.
Viralizou um vídeo divulgado pela embaixada do Irã na Tunísia, onde o Cristo Redentor enfrentava a Estátua da Liberdade. É uma interpretação nada cristã do poder de Jesus, além de ir contra os ensinamentos Dele. E envolve dois países alheios à sua guerra contra os Estados Unidos e Israel.
O governo brasileiro continua a ser acusado de apoiar o regime iraniano, classificado como fomentador do terrorismo e de ideias nefastas, como divulgar um vídeo desses.
O personagem Pablo, que às vezes aparece no blog, é um jovem tipicamente cartunesco, e neste ambiente ocorrem os maiores absurdos. Ele derrama litros de lágrimas quando chora, abrindo o berreiro em atitude aparentemente insana.
Mas aí vem o questionamento: o que aconteceria se alguém sem as mínimas condições psicológicas recebesse o poder de armazenar energia a nível de um deus sem sofrer danos?
Pablo, de alguma forma, recebeu o poder de um deus, mas ao invés de aproveitar os novos dons, sente dores insuportáveis e pelo menor motivo chora de forma descontrolada e furiosa, às vezes destruindo todo o entorno.
Seus gritos enquanto chora podem ser ouvidos a quilômetros de distância. E um dia ele fez esta ameaça: se for agredido em caso de choradeira, explodirá com a tensão emocional. E irá se tornar um espírito capaz de destruir a Terra.
![]() |
| Numa das crises de choro ao se lembrar do ex-namorado, Pablo quase destruiu San Francisco |
Representantes das igrejas e dos templos locais já o consideram como um agente do Mal. Os amigos se afastam dele como se ele fosse a personificação de uma das duas Bestas do Apocalipse. O pior é ele não empregar os poderes para atos heroicos, por ser muito egocêntrico. E nem poderia, pois os poderes lhe causam muita dor física e psicológica.
O problema é que qualquer motivo o faz chorar, desde músicas tristes até algo lido nas redes sociais com histórias de tragédias. Ele já tinha a fama de emotivo e "hipersensível". O namorado dele o deixou, por não aguentar suas inseguranças e crises nervosas, e desde então tudo piorou. Com os novos poderes, ele pensa em se vingar de todos que o magoaram, desde o ex-namorado até quem caçoou e fez bullying dele por ser gay.
Assim, Pablo sente a dor do mundo, e fazendo isso o está ameaçando. Se ele morrer, ninguém vai querer saber se ele vai se tornar algum problema. Com certeza, não vai ficar só aporrinhando as almas torturadas com seus choros histéricos. E não, ele não chora por causa do Brasil, porque ele mora nos Estados Unidos. Se morasse por aqui, já teria transformado tudo num mar de lama - literal.
A Riachuelo, uma das maiores lojas de departamentos, estava praticamente colocada como mais uma loja de roupas, muito longe daquela que aparecia com frequência nos comerciais da TV.
Isso foi por causa da infeliz mudança no logotipo em 2013, quando o nome da marca perdeu todas as vogais, com exceção do "o" final. Até teve uma forte repercussão, mas os clientes mais antigos detestaram,
Em Budapeste, a grande final da UEFA Champions League entre Arsenal e PSG (não é muito usual ver uma final dessas; será um sinal do fim dos tempos?) terminou com um empate no tempo normal. O Arsenal abriu o placar no primeiro tempo com falha de Marquinhos (o zagueiro titular da Seleção e capitão do time francês) na defesa, resultando no gol do alemão Havertz. Seria um passo importante rumo ao inédito título continental dos Gunners. Porém, no segundo tempo, o francês Dembelé empatou para o PSG.
Após uma prorrogação tensa, a partida foi para os pênaltis, e nas cobranças outro integrante da nossa Seleção se destacou. Negativamente. Gabriel Magalhães, do Arsenal, desperdiçou seu chute e, de destaque na partida, tornou-se o vilão da perda do título. Pela segunda vez, o PSG ergueu a orelhuda, mas lamentando a falha de seu capitão.
O resultado foi marcado por dois erros importantes de dois membros da Seleção da CBF, que vão jogar daqui a duas semanas, contra os marroquinos, na estreia da Copa do Mundo na América do Norte. Pode não ser um sinal da vinda da grande tribulação para o mundo, mas a final da Champions League pode indicar uma tribulação pessoal dos canarinhos na grande festa do futebol, aumentando o jejum de título. Se alguém espera pelo hexa, vai precisar se preparar para sofrer.
| Marquinhos consola Gabriel Magalhães após perder a cobrança de pênalti e decidir o destino do Arsenal; os dois jogarão no mesmo lado daqui a duas semanas (Marvin Ibo Gengoer/Getty Images) |
Há quase 30 anos, um brasileiro virou notícia no mundo inteiro ao se tornar campeão em Roland Garros, Gustavo Kuerten, o Guga. Ele se tornou ídolo esportivo, numa época onde o Brasil estava se habituando a deixar de ser somente o "país do futebol". Guga passou a virada do século XX sendo o número 1 da ATP, e quando foi superado ainda conseguiu, em 2004, derrotar a sensação do tênis, e número 1 daquele ano, o suíço Roger Federer, também no mesmo torneio.
João Fonseca está no caminho para ser considerado o sucessor de Guga. Ainda não é, mas ter derrotado o ex-número 1 da ATP, o sérvio Nowak Djokovic, indica fortemente essa tendência. Ele continua a ser um dos maiores tenistas do mundo, e passou 428 dias na liderança mundial, um recorde. Detém 24 títulos no Grand Slam. Para muitos, o maior tenista da História.
Nos primeiros dois sets, parecia dar a lógica, e Djokovic, atual número 4 da ATP, mostrou a experiência de seus quase 40 anos, contra o jovem carioca com metade de sua idade. Fez duplo 6/4, não sem empenho do seu jovem rival. Fonseca manteve o ritmo, reagiu e levou a disputa para outros três sets: houve uma reação surpreendente no terceiro set, com três break points do sérvio quebrados e 6 sets a 3 para o brasileiro; no quarto set, um equilíbrio forte e não habitual entre um veterano e um rapazote saído da adolescência (7/5), e no tie-break o sérvio não facilitou e fez o seu papel de dar um "batismo de fogo" ao seu discípulo - Fonseca é fã confesso de Djoko - e o brasileiro mostrou o seu talento, fechando o jogo por 7/5.
| Djokovic (esq.) reconheceu a derrota após quase cinco horas de batalha (Dimitar Dilkoff/ATP) |
Agora, Fonseca promete seguir o exemplo de Guga, e enfrentará o norueguês Casper Rudd nas oitavas-de-final, para mais uma batalha no saibro.
Ao contrário da visita de Lula à Casa Branca, a ida de Flávio Bolsonaro ao mesmo local, também para encontrar Donald Trump, gerou um efeito imediato.
Esperado há muito por boa parte dos brasileiros, principalmente as vítimas da criminalidade e outros negócios suspeitos, a Casa Branca determinou a inclusão do PCC e do CV como grupos terroristas.
Pode-se argumentar que Trump ia realmente fazer isso, com a visita do filho do aliado e ex-presidente ou não, mas isso representará um grande revés para os referidos grupos e para o governo Lula, que sempre alega a medida como pretexto para uma intervenção externa, além de prejudicar a sua campanha pela reeleição.
Os efeitos podem se estender às instituições financeiras, onde os chefes do tráfico guardam seu dinheiro, alem de representar sanções às empresas envolvidas com as siglas, Pode representar um golpe em muitos candidatos aos cargos públicos este ano. E, até certo ponto, podem representar mais vindas de agentes do FBI, da CIA, da Interpol, e outros organismos internacionais, em cidades onde o crime organizado atua.
| Marco Rubio, o Secretário de Estado americano, divulgou nas redes sociais uma notícia desagradável para as facções criminosas brasileiras e para o governo Lula (Divulgação/X) |
Algumas decisões foram tomadas nestes últimos dias e para a população só resta aguardar quando elas passem a valer ou quando o resultado desejado (ou não) vier.
1. A devolução de R$ 5,5 bilhões da Aneel para as contas de luz do Norte, Nordeste, Mato Grosso e partes de Minas Gerais e Espírito Santo.
2. O fim da aposentadoria compulsória como punição máxima para os juízes, decidido pela Primeira Turma do STF.
3. O impacto das medidas do governo visando as eleições deste ano, como a isenção ou redução de tributos (PIS e Cofins) para os combustíveis...
4. ... ou o fim da jornada 6x1, aprovada pela Comissão da Câmara.
5. A convocação de Neymar para a Seleção (essa, de longe, vai ter o menor impacto na vida do povo).
Depois de receber o presidente Lula em uma reunião repleta de polêmicas e mistérios, foi a vez do principal candidato da oposição à Presidência da República ser recebido por Donald Trump na Casa Branca.
Desta vez a reunião foi bem menos misteriosa, com fotos e conversa bem registrada. O filho de Jair Bolsonaro prometeu ao "homem laranja" colocar o Brasil no "Escudo das Américas", o projeto de combate ao narcotráfico. Para isso, ele vai apoiar a inclusão do PCC e do CV como grupos terroristas. Ele também disse priorizar os americanos como parceiros comerciais, diminuindo a influência chinesa. Durante a gestão do ex-capitão, as relações com os Estados Unidos foram próximas, enquanto as com a China ficaram bem prejudicadas, principalmente devido à COVID-19, originária de Wuhan.
| Flávio Bolsonaro foi à Casa Branca convidado por Trump (Divulgação/Perfil pessoal) |
Flávio, o "01", foi acompanhado por Eduardo, o "03", que já está há um bom tempo nos Estados Unidos, e com o jornalista Paulo Figueiredo, fiel aliado da família. Ouviram de Trump perguntas sobre o estado do pai, agora em prisão domiciliar.
Enquanto isso, a grande mídia fez questão de lembrar a visita após a divulgação de seu encontro com Daniel Vorcaro, e uma gafe: Flávio Bolsonaro disse ter ido à Casa Branca a convite do "presidente Lula".
Por décadas houve debates sobre o doping nos esportes, e como medidas foram tomadas para coibir essa prática usada por esportistas para incrementarem artificialmente a sua resistência física. Mesmo assim, muitos acham que o COI e outras entidades esportivas não fizeram o bastante, e muitos atletas estariam a usar substâncias ilícitas e até perigosas às escondidas.
Agora, em Las Vegas, parece que os esforços realmente foram em vão. Na cidade mais liberal do Ocidente, foram feitos, no domingo, os Enhanced Games, ou "Jogos Aprimorados", uma versão das Olimpíadas movidas por esteróides, oficialmente não proibidos pela FDA (Food and Drug Administration), mas condenados pelas entidades esportivas e pelo Wada, a agência mundial anti-doping.
Gente movida a injeções artificiais de testosterona, nandrolona e outros esteroides, fatores de crescimento e estimulantes diversos competiu, com a intenção confessa de ter um incremento na conta bancária, além de praticarem seus esportes sem serem incomodados por fiscais. Mesmo assim, os resultados foram mornos. Apenas um único recorde foi quebrado, o dos 50 m livres na natação, com o grego Kristian Gkolomeev fazendo o percurso em 20 segundos e 81 centésimos. Isso não o tornará mais famoso do que o Michael Phelps, e nem contará nos registros oficiais.
| O grego Kristian Gkolomeev foi o detentor do único recorde quebrado, à base de substâncias proibidas pelo Wada (Divulgação/Enhanced Games) |
Nenhum deles poderá competir em jogos oficiais, nem mesmo os raros que abriram mão do doping. O corredor americano Fred Kerley participou "limpo" dos 100 metros rasos. O nadador Felipe Lima foi o único brasileiro a participar, e estava fora das competições oficiais desde 2021. Ele ganhou a prata, na modalidade 50 m nado peito, com 26 segundos e 98 centésimos. Esta marca ficou mais demorada que o seu melhor tempo (26s33) em Gwandju, no Mundial de 2019.
Os atletas se consideravam prestigiados por um evento onde seus organizadores diziam "favorecer a ciência". Para os críticos, é um atentado ao espírito esportivo, e os mais puristas enxergam na iniciativa um sinal do Armagedom.
O autor deste blog possui alguns hobbies inusitados e não divulgados ainda. E está passando algum tempo neles.
Já foi abordado um tema sobre os "Grandes Personagens da História Universal", um título antigo da Editora Abril. E o que aconteceria se esse projeto avançasse para o século XX? Sabe-se que a coleção parou no século anterior, como os colecionadores desta obra do início da década de 1970 sabem.
Para não tomar muito tempo, a tal continuação vai ficar apenas na parte das minibiografias, com um resumo da vida de alguma personalidade de destaque, e mais algo sobre os contemporâneos deste. Por exemplo, Gandhi, Churchill ou Kennedy.
Caso houver tempo, pode-se avançar para alguma personalidade do século XXI, mas isso exigiria outra abordagem, pois não existem tantos destaques. Ainda estamos no começo deste período. Quem estaria na lista? Trump? O finado papa Francisco? Macron? Elon Musk? Messi?
Com o tempo, este blog irá fornecer mais detalhes sobre este projeto.
Depois de tantos golpes, começando com o Plano Collor e a liberação das importações de brinquedos vindos principalmente da China, até o "golpe" dado pelo mercado de eletrônicos, a Estrela parou de resistir. A antiga gigante querida do público infantil no final do século XX pediu recuperação judicial.
Sim, a velha empresa responsável por tantos lançamentos e cujas recordações fazem tantos marmanjos barbados e respeitáveis senhoras derramarem lágrimas. Foi a Estrela a responsável pela Barbie e pelo Ferrorama no Brasil. Sem falar em outras grandes diversões como o Banco Imobiliário (Monopoly), a Susi e o Falcon. Agora, está perigosamente próxima do seu fim.
| Você chorou com o comercial feito para o Dia das Crianças em 1987? Pois está havendo muito mais motivo para chorar agora, com a existência da Estrela ameaçada (Divulgação) |
2026 ainda reservará muito motivo para choro e ranger de dentes, e os mais neuróticos acabarão se comportando como aquele personagem cartunesco que aparece por aqui de vez em quando, o Pablo. Fiquem preparados.
A inteligentsia não gosta de divulgar certos nomes que divergem de seus pontos de vista. Um deles é o ator Jim Caviezel, de carreira sólida mas longe de receber os elogios recebidos por nomes cultuados pela grande imprensa, como Wagner Moura.
Adepto de Trump, defensor de teses consideradas "teorias da conspiração" (um termo guarda-chuva para designar tudo o que a referida inteligentsia não quer debater), e participante de filmes adorados pelos conservadores e detestados pelos progressistas, como A Paixão de Cristo e O Som da Liberdade, ele apareceu no trailer do filme divulgado por Flávio Bolsonaro sobre o pai, interpretando ele próprio, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Dark House (O Azarão) é todo em inglês, rodado só em parte em São Paulo, com locações no México e nos Estados Unidos. Mesmo os atores brasileiros, como o ex-ministro Mário Frias e Vanessa Machado, se viram obrigados a terem diálogos na língua de Shakespeare, e não no idioma pátrio. Não deixa de ser estranho.
| Caviezel no papel de Jair Bolsonaro - o jornal O Globo chama-o de "ídolo da extrema-direita" (Divulgação) |
Dark House nem estreou e já é atacado por toda parte, devido a parte do financiamento vir do Banco Master, de Daniel Vorcaro, e suas cifras são, segundo o Intercept, elevadas demais para serem apenas sobre o filme. Há acusações de lavagem de dinheiro e pagamento de verbas para parlamentares da oposição, assim como o governo torra bilhões para beneficiar os aliados de lá, no Congresso. Mas é o pretexto perfeito para minar a candidatura de Flávio, em benefício do atual presidente, cujo governo e seus apoiadores nos outros dois Poderes estão, também, envolvidos até a medula com Vorcaro.
Mas vamos nos ater, na medida do possível, a Jim Caviezel. Sua carreira foi marcada pelo filme A Paixão de Cristo, de Mel Gibson. A atuação foi tão visceral, e ele passou por tantos incidentes estranhos, como ser atingido por um raio duas vezes e ficar ferido de verdade com o açoite usado pelo ator que viveu o soldado romano, a ponto de ser visto como o mais marcante intérprete de Cristo da história.
Depois, ele teve dificuldade para conseguir um papel no cinema. Foi para a televisão, fazer o seriado Pessoa de Interesse, da CBS, sobre atividades ocultas da CIA. Só voltou a Hollywood para interpretar um papel secundário em Rota de Fuga, estrelado por Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger, em 2013. Voltou à TV para narrar documentários sobre a Polônia, relativos à vida de João Paulo II, ao sofrimento do povo polonês com o nazismo e o comunismo. Em 2020, fez Infidel, sobre um refém do terrorismo iraniano. Mais tarde, defendeu Trump e a tese do tráfico de crianças por entidades ligadas a membros do Partido Democrata, líderes globais e celebridades, assunto abordado em Som da Liberdade. Agora, interpreta o presidente Jair Bolsonaro no filme Dark House, sobre a campanha presidencial de 2018.
E vai voltar como Jesus Cristo, na sequência do filme de 2004, chamado A Paixão de Cristo: Ressurreição, para certamente ser adorado por uns e criticado por outros, juntamente com o diretor Mel Gibson. Isso é um desafio para o ator, considerado idoso demais para o papel do Messias, que morreu e ressuscitou aos 33 anos, segundo a tradição. Efeitos especiais usando IA vão rejuvenescer sua imagem.
Por isso, a crítica de Hollywood e a grande mídia geralmente evita falar de Caviezel. E o próprio ambiente onde ele trabalha não o favorece. Ele não se dá muito bem com os colegas de Hollywood, devido ao seu catolicismo ardente e sua aversão pelo uso de drogas.
| TÔ NA COPA!!! EBA!!! OUSADIA E ALEGRIA!!! |
Eis a reação de quem ouve essa notícia:
É a reação de:
a) De quem torce contra o Brasil porque sabe que vai perder o título se enfrentar a nossa Seleção! Vai, Neymar!
b) De quem sofre por antecipação porque o Neymar não vai fazer grande coisa...
c) ... ou de quem vai ver o Brasil perder a Copa apesar (ou por causa) dele.
d) De quem vai imaginar uma possível tragédia porque o terrorismo poderá agir e causar mortes.
e) De quem não gosta de nenhum apoiador do Mito! Chorem mais, esquerdistas do c******o!
f) De quem está lendo essa postagem sendo mais uma dessas enquetes patéticas! BUAAAAAA!!!
g) De quem está vendo mais uma postagem colocando aquele personagem chorão, o Pablo! CHUIF! IF!!!
Melhor se fosse chamado de 'Mondo Mefitico', por falar sobre coisas asquerosas que dão prazer em muitos malucos.
Não são poucos que se deleitar em ver gente lambendo pés alheios, extração de grandes quantidades de cera no ouvido, pulgas e percevejos chupando sangue... ECA!!!
Primeiro, as pragas. Essas criaturas, quando picam a nossa pele, causam coceira, algo irresistível para quem gosta de sentir isso. Muitos ADORAM ver um carrapato grudado em algum cantinho da gente, um piolho se esbaldando escondido no couro cabeludo ou mesmo um dedão inchado após uma visita do "bicho de pé", aquela pulga encontrada nas roças, principalmente no passado.
Quanto à extração de cera no ouvido... o excesso causa problemas de audição e otite. E a retirada também causa coceira. Há quem se imagine tendo um naco de cera tampando o canal auditivo só para alguém retirar usando todo tipo de ferramenta, até mesmo aquele cotonete condenado por justamente favorecer a formação do excesso de cera quando não é usado direito. Sentir que está voltando a ouvir, e também aquele coceirinha...
Pior mesmo são os fetiches envolvendo certas partes. Este blog só está citando os pés, porque eles podem ser mostrados sem ser considerado algo do tipo "NSFW" (Not Safe for Work, indicando que não se pode ver isso durante o trabalho). Tem gente que se excita vendo alguém chupando outra coisa. Não é preciso escrever aqui. Pior do que chupar é ferir com algum instrumento do tipo chicote ou palmatória, para o parceiro sentir dor, como nas práticas sadomasoquistas. Não é tão raro assim alguém gostar de ver alguém preso e submetido a espancamentos, ou algo pior, como se estivesse numa sala de tortura ou mesmo num cadafalso. E isso é encarado como uma mera fantasia, e não como um transtorno de personalidade.
Confesse! Você deve estar se imaginando em alguma dessas cenas acima! Ou, pelo menos, tendo alguma reação diferente do nojo ou da estranheza.
Em um encontro considerado histórico, o presidente chinês Xi Jinping recebeu o seu colega americano, Donald Trump, em Pequim.
Durante a reunião, que durou duas horas, a dupla responsável pela administração dos dois gigantes mundiais falou sobre questões comerciais, o risco de uma guerra em Taiwan e o problema iraniano. Segundo consta, ambos concordaram sobre o Irã: o regime xiita não pode desenvolver armas nucleares, e nem bloquear o Estreito de Ormuz.
| A dupla que "manda no mundo" troca cumprimentos na capital chinesa (Reuters) |
Ao mesmo tempo, Xi se sentiu contrariado em ver tantos grandes executivos da tecnologia como parte da comitiva do presidente americano, entre eles Elon Musk, Tim Cook e Jensen Huang, o taiwanês fundador da Nvidia. E ele precisou engolir outro "sapo", ou seja, a presença de Marco Rubio, o Secretário de Estado, que costuma denunciar a opressão contra a minoria uigur, povo que divide a mesma origem com turcos e povos da Ásia Central, tem escrita baseada no alfabeto árabe e professa a religião muçulmana.
Fora isso, os dois destacaram a importância do encontro e afirmaram a possibilidade de haver uma relação harmônica entre eles, embora na prática haja muitas divergências sérias, desmentindo a suposta harmonia, não só em Taiwan e no Golfo Pérsico, mas também na América Latina, onde há acusações de haver postos militares chineses, inclusive no Brasil, atualmente um parceiro do país asiático.