Este país está sendo vilipendiado pelas pessoas cujo dever é preservar sua imagem de país sério e civilizado. Aqui não é a Botocúndia. Aqui não é o Bananistão. Apesar do esforço de certos maus cidadãos em querer expor o Brasil como o maior manicômio a céu aberto do mundo, nossa nação está destinada a ser "gigante pela própria natureza".
Assim, este blog começa a expor sua opinião a respeito da nova campanha do TSE sobre a urna eletrônica. Totalmente fora de propósito. Usaram um mascote como se ele fosse uma espécie de "Zé Gotinha". Com nome ridículo. Pilili. Imita o barulho do aparelho ao terminar de ser usado, como se ninguém soubesse ou não tivesse condições cognitivas suficientes para lembrar disso. Pilili, como diriam alguns humoristas, é como o Cebolinha, o personagem do Maurício de Souza, se referiria a uma diarreia.
| Quem leva a campanha do Pilili a sério? (Luís Roberto/Secom/TSE) |
Esta campanha dará mais munição a quem não confia nas urnas eletrônicas, que devem estar desopilando o fígado, sendo um remédio contra o rancor de muitos destes pelas instituições brasileiras. Já se imaginam as gargalhadas ruidosas.
Quem é a favor deve, ou deveria, estar constrangido com a campanha. Caso contrário, contribui com a imbecilização do país. Como isso serviria para calar as acusações de ser algo relativamente fácil de fraudar?
Não se brinca com a democracia e não é decoroso tratar adultos como crianças. Uma mascotinha para celebrar a democracia? Foram feitas coisas mais adultas numa festa de buffet para aniversário de bebês. Assuntos sérios devem ser tratados com seriedade pelas instituições, ou os seus detratores ainda vão continuar esperando que alguém "bote fogo no circo".
