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| Os Estados Unidos ficaram pintados quase totalmente de vermelho (Reprodução/Instagram) |
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| Os Estados Unidos ficaram pintados quase totalmente de vermelho (Reprodução/Instagram) |
Quem vence? Donald Trump ou Kamala Harris?
A resposta só ficará pronta daqui a alguns dias, quando os votos de todos os 50 Estados estiverem computadas.
| O destino da grande potência mundial está nas mãos desses dois (Divulgação) |
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| Joe Biden agora pode se preocupar unicamente em terminar seu mandato (Jim Lo Scalzo / EPA-EFE / Rex / Shutterstock) |
Donald Trump já tinha boas chances de voltar à Casa Branca na semana passada, considerando o desempenho do candidato democrata, o presidente Joe Biden, no debate da CNN. Agora, o ataque na Pensilvânia, que poderia ter um desfecho bem diferente e muito mais trágico, foi um acontecimento merecedor do repúdio de todos os defensores da civilização, mas basicamente não vai mudar o cenário.
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| O atentado que poderia ter causado uma tragédia de repercussão mundial (Gene P. Puskar/AP Photo) |
Apenas vai tornar mais certo o desfecho: preparemo-nos para a volta do "laranja".
Para não dizer que a coisa ficou como está apesar da barbárie, um apoiador de Trump, bombeiro, também perdeu a vida no episódio, causando dor e sofrimento em sua família. E o responsável pelo crime foi morto.
Também alguns adversários políticos de Trump no mundo, como o presidente do Brasil, Lula, prestaram solidariedade a ele, neste momento. O republicano sofreu um tiro de raspão na orelha, além do susto.
Donald Trump recebeu com altivez a "bofetada" que recebeu da Justiça, condenando-o por desviar recursos de suas empresas para pagar suborno de US$ 130 mil a uma atriz pornô, Stormy Daniels. O valor da multa a ser pago ainda está para ser divulgado, mas a maior parte da imprensa americana e boa parte da mídia mundial aproveitaram para explorar o caso, dizendo que Trump seria o primeiro condenado pela Justiça a concorrer ao cargo mais influente do mundo. Trump distribuiu bordoadas como resposta, em Joe Biden ("burro e incompetente"), nos juízes responsáveis pela sentença, na mídia e nos próprios advogados acusados de negligência, e reforçou que a condenação não o tira do páreo na corrida presidencial.
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| Trump considera de menor importância o delito pelo qual foi condenado e demonstra sua disposição de continuar a disputar novamente a presidência dos Estados Unidos (Eduardo Muñoz/Reuters) |
Outra bofetada é a dada pelo grupo espanhol Dia no mercado brasileiro. Em recuperação judicial desde março, a rede varejista de supermercados vai vender suas lojas à empresa de gestão de ativos MAM por míseros € 100, E disse que vai concentrar seus negócios em países onde ela registra lucro, como Espanha e Argentina. Por enquanto, as lojas no Estado de São Paulo vão conitnuar funcionando.
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| My name is Literally Anybody Else! (Divulgação) |
Demonizado e temido pela inteligentsia norte-americana e por boa parte do mundo, mas estimado por muitos americanos, Donald Trump está mais próximo de voltar à Casa Branca.
Ron DeSantis, governador da Flórida e um dos mais tenazes adversários de Trump, por disputar o mesmo público conservador, desistiu de disputar as prévias republicanas, e passou a apoiar o ex-presidente. Nikki Haley, ex-embaixadora dos EUA na ONU, não parece ter muito apelo para concorrer nas prévias.
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| Ron DeSantis deixou o caminho livre para Trump ao abandonar a candidatura pelos republicanos (Getty Images) |
Pelo lado democrata, Joe Biden concorre à eleição, mas sua idade e a baixa popularidade o atrapalham. Seus adversários nas prévias democratas também não conquistam a atenção da mídia: a escritora Marianne Williamson e o deputado Dean Philips, de Minnesota (estado situado ao norte do país).
Existe também a "terceira via", Robert Kennedy Jr., sobrinho do ex-presidente John Kennedy, que saiu do Partido Democrata. Ele quer conquistar votos de pessoas com diversas matizes políticas, mas mesmo tendo um sobrenome com força e história, o passado de tragédias envolvendo a família Kennedy (seu pai também foi assassinado, como seu tio) assusta.
Com este cenário, a volta de Donald Trump parece bastante provável, mas isso dependerá dos eleitores e seus representantes no Colégio Eleitoral.