No mundo todo, fala-se no estabelecimento de uma onda conservadora na América. Desde a Argentina de Milei até o pequeno El Salvador do contraverso Nayib Bukele, passando por Chile, Peru, Equador e Colômbia, a chamada "direita" está avançando.
Com exceção de algumas nações, como a Nicarágua do "companheiro" Ortega, o Canadá do primeiro-ministro Mark Carney, o México da presidente Claude Sheinbaum e da Venezuela da Delcy Rodriguez (esta última apesar da aparente colaboração com os americanos), a América não dará trabalho para Donald Trump.
No entanto, o país mais poderoso da América Latina ainda não escolheu o presidente. Temos um segundo turno no dia 25, e até o último dia do ano o presidente é Lula. Somente com a posse de Flávio Bolsonaro a tal onda irá se consolidar.
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