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| Cartaz no prédio da Faculdade de Letras, onde começou a greve na USP (Aloísio Maurício / Estadão) |
quinta-feira, 28 de setembro de 2023
Mantendo a tradição da USP
sexta-feira, 11 de março de 2022
Universidades paulistas voltam às aulas presenciais
Depois de dois anos com o funcionamento prejudicado devido à pandemia de coronavírus, as universidades voltaram, progressivamente, às atividades normais.
Na USP, por exemplo, as aulas presenciais começam na próxima segunda, dia 14. Continua a obrigatoriedade de comprovar as duas doses (ou a dose única) da vacinação, mais a dose de reforço fortemente recomendada pelos profissionais de saúde. As máscaras continuam a ser obrigatórias, até ordem em contrário.
Unesp e Unicamp também vão começar as aulas no dia 14, assim como as faculdades de tecnologia, as Fatec, do Centro Paula Souza.
terça-feira, 10 de agosto de 2021
O que teria causado a pane no CNPq?
A plataforma Lattes do CNPq, usada para registro curricular de milhares de pesquisadores, professores e estudantes universitários, está normalizada desde domingo, mas ainda há o temor de novas instabilidades.
Segundo consta, os dados estão guardados em discos rígidos cujo sistema é coordenado por um conjunto de servidores VNX8000, fabricados pela EMC, atualmente parte da Dell. Este equipamento está fora de catálogo e aparentemente o servidor principal ficou sem manutenção por falta de verba, e a comunicação entre os discos ficou comprometida, agravada pelos equipamentos antigos (computadores, cabos de transmissão e barramento, entre outros), gerando todos os transtornos enfrentados por quem precisava criar ou atualizar o currículo Lattes.
Os R$ 1,2 bilhão liberados para a CNPq ficam divididos entre as bolsas de pesquisa, reservas técnicas e custos de manutenção. Este montante diminuiu ao longo dos anos: eram R$ 2,6 bilhões em 2015. A situação não deve mudar no futuro, tornando a administração da verba um desafio para os gestores e para quem precisa custear seus projetos.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
CNPq pode deixar de custear parte do programa Ciência sem Fronteiras
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Finalmente abriram a USP Leste
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Mais uma greve que resultará em nada!
Qual será o resultado dessa nova greve? Repetirão os fiascos anteriores, por lutarem só por idéias com pouco ou nenhum lastro do resto da comunidade USP? Antes, eles queriam as eleições diretas para reitor, o que é algo pouco viável se não visar a melhoria da Universidade. Agora querem algo ainda mais impraticável - o tal governo tripartite. Desse jeito continuarão sem apoio da maioria dos estudantes, e merecedores da indiferença fora do campus.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Entre as 200 melhores
São amostras de uma lista seleta, da qual toda a comunidade uspiana pode orgulhar-se. Espera-se que o padrão de qualidade continue, para o bem de nosso país, o que é uma façanha, devido aos problemas citados neste post.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A USP não é uma ilha
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Tradição na USP
E não falo em simpósios ou congressos para debater temas relevantes, como as parcerias entre universidades e empresas, ou a melhoria das condições de vida de milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza.
Também não falo das gincanas e eventos esportivos universitários, ora para integrar os 'bixos' à universidade, ora para garantir as boas relações entre os diversos cursos existentes.
É, por acaso, o trote solidário (pois a USP baniu há anos os trotes violentos)? Não!
Tampouco as visitas de estudantes do ensino médio e de outras universidades em excursões.
Trata-se de um costume bastante arraigado dentro dos campi, particularmente na Cidade Universitária, no Butantã. É a GREVE!

O direito de greve é assegurado pela Constituição, mas o bom senso de ambas as partes, funcionários e reitoria, deve prevalecer para não comprometer o andamento da USP, a formação de estudantes e a pesquisa de projetos acadêmicos.
Não podemos nos iludir quanto à boa vontade dos grevistas. Os primeiros estão comandados por gente ligada à partidos que idolatram Mao Tse Tung, o MST e até as Farc. A reitoria até pode atender suas reivindicações, mas por qualquer pretexto o Sintusp, o sindicato dos funcionários da USP pode manter esse costume anual de paralisar as atividades. Talvez até que haja uma verdadeira ditadura a la Fidel.
E a reitoria até agora não se manifestou a respeito dessa greve, o que é no mínimo preocupante! Dá a impressão de que eles pouco se importam com os acontecimentos, limitando-se a divulgar os números das pesquisas acadêmicas da USP e recusando-se a enxergar o outro lado da realidade.
Este é um marco na vida acadêmica da USP, do qual nossa cidade, nosso Estado, nosso país, muito pouco se orgulham.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Colação de grau
É o fim de um período, a graduação, e o começo de outro, a carreira profissional. Claro que, devido à extrema competitividade do mercado de trabalho, muitos não conseguirão ingressar no mercado de trabalho como profissionais formados, mas isso é outra história, que vou abordar mais tarde.
A cerimônia de colação de grau, apesar de ser um evento com elementos festivos, é um negócio sério. Significa que o sujeito não é mais um estudante, e sim um profissional. Portanto, adeus privilégios de estudante! Sem meia-entrada no cinema, nem meia passagem de ônibus.
Se ainda não aprendeu a administrar o tempo e as atividades (o que ainda acontece em muitos casos), vai ter de aprender, e logo. Pois será cobrado por isso. Terá de cumprir prazos mais curtos para fazer as tarefas do que nos tempos de estudante. O ambiente é diferente da faculdade, e será bem mais competitivo (repito: isso quando estiver empregado...). E vai ter de controlar as baladas e as noitadas.
Já abordei isso quando entrei na pós-graduação e postei sobre isto. Ver aqui.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
A USP e os forasteiros

domingo, 28 de fevereiro de 2010
Pós-graduação para leigos

O mestrado é a primeira etapa da pós-graduação e seu período ideal é de dois anos, podendo ser estendido conforme a necessidade, até o máximo de três anos. Já o doutorado, segunda etapa, dura três anos, podendo ser estendido por mais dois. É sempre altamente recomendável cumprir essas etapas no tempo estipulado, pois o tempo é um recurso muito valioso, e o pós-graduando precisa demonstrar responsabilidade nos seus atos.
Tanto o mestrado quanto o doutorado podem ser latu sensu (conhecimento generalizado) quanto strictu sensu (aprofundamento em determinada área de pesquisa).
É preciso lembrar que a pós-graduação não é mera continuação da graduação, onde há menor compromisso com a vida acadêmica. Tanto graduandos como pós-graduandos, em geral, procuram conciliar o estudo, o trabalho e a vida social. Porém, os últimos cumprem um determinado período de estudo e outro de pesquisa. Existe a obrigação de se dedicar determinadas horas de estudo na pesquisa, pois há uma obrigação básica a cumprir por quem se dedica ao mestrado ou ao doutorado. Mestrandos precisam elaborar uma dissertação, um conjunto de idéias e conceitos reunidos para a realização da tarefa a que se propôs fazer, no final do curso. Doutorandos elaboram uma tese, onde todas as idéias são elaboradas de forma ainda mais profunda.
Ao contrário dos graduandos, os pós-graduandos não tem alguns privilégios. Em geral, não são filiados à UNE, não recebem o benefício da meia-entrada no cinema, teatro ou casas de espetáculos, e precisam pagar a tarifa inteira de ônibus ou de metrô. Pós-graduandos, sem exceção, são adultos e tratados como tal.
Também não é a mera formação de professores para as diversas faculdades. A pós-graduação pode ser acadêmica ou não. A finalidade da pós-graduação acadêmica é a pesquisa. O Brasil carece de pesquisadores para o desenvolvimento científico e tecnológico.
No caso da pós-graduação não acadêmica, há o aperfeiçoamento das capacidades profissionais, visando melhor preparação do aluno ao mercado de trabalho, como no caso do mestrado profissionalizante.
Tanto os pesquisadores quanto os profissionais de diversas áreas precisam ser capacitados para as exigências do mercado e, principalmente, da comunidade. Para isso, mestrandos e graduandos devem desenvolver os mesmos conhecimentos e habilidades de qualquer outro profissional, ou seja:
- saber trabalhar em equipe;
- aperfeiçoar-se em outras línguas para assimilar o conhecimento vindo dos países com mais tradição científica e tecnológica; o inglês é imprescindível;
- informática é fundamental;
- ter facilidade de comunicação, pois o mestrando ou o graduando precisa expor com clareza as suas idéias ao longo do curso, nas suas dissertações e teses, nos artigos científicos;
- estar aberto aos demais membros da sociedade, pois seu conhecimento precisa satisfazer as necessidades de quem precisa e, para isso, o pesquisador, ao contrário do que comumente se pensa, não fica recluso na faculdade.
Existem cursos gratuitos de pós-graduação, nas universidades públicas. Mas as exigências são maiores do que nos cursos semelhantes privados. Em ambos os casos, muitos pós-graduandos têm direito à bolsa, uma espécie de 'salário' para custear os estudos e necessidades de locomoção e transporte. Para manter esse direito, os pós-graduandos devem cumprir com rigor as exigências dos cursos, mesmo porque é dinheiro público sendo investido!
Portanto, os alunos de pós-graduação, que representam menos de 0,5% da população brasileira, têm muitas responsabilidades, e não devem fugir a elas, pois são necessários ao conhecimento e formação dos outros 99,5% de brasileiros.



