segunda-feira, 12 de abril de 2010

A USP e os forasteiros

Trânsito carregado na Av. da Universidade, na USP (fonte: site do JT)


Sei que o assunto parece profundamente antipático, mas é para ser debatido.

A USP já há algum tempo é rota de fuga para pessoas que nada tem a ver com a universidade. Motos, ônibus e principalmente carros que circulam apenas de passagem, para fugir dos congestionamentos.

É lógico que é necessário fazer algo para minimizar os efeitos do trânsito nos arredores da cidade, aliás, em qualquer lugar daqui, pois estamos obtendo recordes de congestionamento, mesmo com a implantação do trecho sul do Rodoanel (que fez boa parte dos caminhões ir para caminhos bem melhores do que a Av. dos Bandeirantes e a Marginal Pinheiros para se deslocar do interior para o porto de Santos).

Porém, francamente, fazer da USP uma mera alternativa ao trânsito? Ela não foi concebida para isso! As vias são para integrar os diversos prédios da USP e garantir a circulação de estudantes, funcionários e professores da instituição. Também a USP deve ser aberta para carros de prestadores de serviços para os prédios da USP e veículos de turismo. Mas para os 'turistas acidentais' a coisa é diferente.

É claro que o problema dos congestionamentos não se resolve de todo com a retirada dos 'invasores' do território uspiano, já que o acesso principal é próximo à r. Alvarenga, cujo tráfego é de lascar e atravanca toda a região. Mas teríamos muito menos carros entupindo esse acesso, assim como os outros.

Cabe à reitoria da USP debater o assunto com a sociedade e encontrar uma maneira viável de impedir a continuação desse descalabro.

Quanto aos 'forasteiros' que queiram evitar a Marginal Pinheiros, existem algumas opções:
- Av. Prof. Fonseca Rodrigues e Av. Pedroso de Morais, do outro lado da Marginal.
- Av. Corifeu de Azevedo Marques.

Qualquer dia desses, eu toco no assunto dos caminhos alternativos.

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