Um dos prêmios literários mais prestigiados é o Goncourt, dado todos os anos aos autores das melhores prosas ficcionais, desde 1903.
Desta vez, o prêmio saiu para um veterano escritor, Philippe Jaeneda, autor de L'inconnue du quai de Javel, sobre a investigação de uma mulher morta em Paris às vésperas da invasão nazista. Após receber a láurea no último dia 3, ele confessou ter usado o ChatGPT em alguns trechos.
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| Philippe Jaeneda escreveu seu livro |
O uso da IA desclassificou outro livro, C'était ça ou mourir, do canadense-haitiano Thélyson Orélien, pelo uso abusivo do Pangram, outra ferramenta muito usada.
Muitos podem ver nisso um sintoma do fim da civilização num dos países mais orgulhosos de sua cultura, mas o que dizer de países onde a civilização parece difícil de assimilar, como o Brasil?

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