quinta-feira, 14 de maio de 2026

Trump e Xi decidiram a sorte do Irã

Em um encontro considerado histórico, o presidente chinês Xi Jinping recebeu o seu colega americano, Donald Trump, em Pequim. 

Durante a reunião, que durou duas horas, a dupla responsável pela administração dos dois gigantes mundiais falou sobre questões comerciais, o risco de uma guerra em Taiwan e o problema iraniano. Segundo consta, ambos concordaram sobre o Irã: o regime xiita não pode desenvolver armas nucleares, e nem bloquear o Estreito de Ormuz. 

A dupla que "manda no mundo" troca cumprimentos na capital chinesa (Reuters)

Trump também visitou o Templo do Céu, um dos símbolos do poder chinês em Pequim. 

Ao mesmo tempo, Xi se sentiu contrariado em ver tantos grandes executivos da tecnologia como parte da comitiva do presidente americano, entre eles Elon Musk, Tim Cook e Jensen Huang, o taiwanês fundador da Nvidia. E ele precisou engolir outro "sapo", ou seja, a presença de Marco Rubio, o Secretário de Estado, que costuma denunciar a opressão contra a minoria uigur, povo que divide a mesma origem com turcos e povos da Ásia Central, tem escrita baseada no alfabeto árabe e professa a religião muçulmana. 

Fora isso, os dois destacaram a importância do encontro e afirmaram a possibilidade de haver uma relação harmônica entre eles, embora na prática haja muitas divergências sérias, desmentindo a suposta harmonia, não só em Taiwan e no Golfo Pérsico, mas também na América Latina, onde há acusações de haver postos militares chineses, inclusive no Brasil, atualmente um parceiro do país asiático. 

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