terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Quem vai fazer parte do Conselho de Gaza?

Sir Tony Blair (esq.), ex-primeiro ministro britânnico, vai estar ao lado de Trump para tentar a reconstrução da Faixa de Gaza (Reuters) 


O Conselho de Paz de Gaza formulado por Donald Trump para administrar o território palestino, tem a missão de reconstruí-lo e substituir o Hamas, considerado o grande culpado pela guerra sangrenta responsável pela morte de milhares de inocentes, por causa do sequestro e morte de israelitas no 7/10,

Marco Rubio, o Secretário de Estado do trumpismo, é membro fundador, assim como o ex-primeiro ministro britânico Tony Blair. O investidor e genro de Trump Jared Kushner também vai participar, assim como o conselheiro de segurança nacional Robert Gabriel, CEO do grupo de investimentos Apollo Global Management Marc Rowan e o presidente do Banco Mundial Ajay Banga.



Governantes dos seguintes países foram convidados: 

Albânia
Alemanha
Arábia Saudita
Argentina
Austrália
Áustria
Bahrein
Bielorrússia
Brasil
China
Canadá
Cazaquistão
Chipre
Coréia do Sul
Egito
Emirados Árabes Unidos
Eslovênia
Espanha
Finlândia
França
Grécia
Hungria
Índia
Indonésia
Irlanda
Israel
Itália
Japão
Jordânia
Marrocos
Nova Zelândia
Noruega
Omã
Países Baixos
Paquistão
Paraguai
Polônia
Portugal
Qatar
Reino Unido
Romênia
Rússia
Singapura
Suécia
Suíça
Tailândia
Turquia
Ucrânia
Uzbequistão
Vietnã

Apesar de ser apoiador do americano, o governo israelense manifestou seu desacordo com a ideia, principalmente devido à presença de desafetos, como o governo turco. A possível presença do governo brasileiro também não agrada. 

A ONU também mostrou perturbação com a ideia, pois teme perder (ainda mais) relevância. 

Entre as condições para ser membro efetivo do grupo é pagar US$ 1 bilhão, algo considerado extravagante, e poucos irão realmente pagar. Neste caso, vão ocupar o Conselho por apenas três anos. 

Emanuel Macron, presidente da França, já recusou. O argentino Javier Milei aceitou no ato, mesma condição do sempre contraverso dirigente húngaro Victor Orbán, e ambos são considerados confiáveis por Trump e Netanyahu. Lula ainda não respondeu, assim como Xi Jinping e Vladimir Putin. 

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