Este blog volta de um período de relativa inatividade, quebrado apenas por algumas postagens, entre elas a invasão americana na Venezuela para derrubar o ditador Nicolas Maduro. Antes de qualquer transição democrática, com a libertação a conta-gotas dos presos políticos, o governo Trump quer remodelar a economia baseada no petróleo, da maneira mais pragmática possível, sem medo de ser acusado de transformar o país num Estado fantoche.
O próximo alvo é a Groenlândia e seus recursos minerais sob um solo desolado pelo frio, com o pretexto pouco convincente de uma possível anexação por parte da Rússia ou da China, com o risco real de causar a dissolução da Otan. Trump, dia sim e outro também, insiste no assunto, para irritação e desespero dos aliados dinamarqueses e seus colegas europeus.
| Trump vai conseguir comprar a Groenlândia? |
Outros acontecimentos incluem a premiação do primeiro ator brasileiro com o Globo de Ouro, 27 anos após a façanha de Fernanda Montenegro e seu trabalho inesquecível em Central do Brasil. Wagner Moura aumentou o ufanismo verde-e-amarelo com o troféu (e o filme O Agente Secreto também venceu como melhor filme estrangeiro). Só falta mesmo o Oscar, e aí as coisas podem mudar, mesmo considerando as espectativas acima do normal para um artista fora dos Estados Unidos.
| O baiano ganha mais um troféu, mas ainda vai esperar a lista definitiva dos indicados ao Oscar de melhor ator (Etienne Laurent/AFP) |
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