Muitos consideram o jejum como uma medida típica de fanáticos religiosos para purgarem seus pecados, ou monges asceta para conseguirem uma elevação espiritual.
Porém, outros veem como uma opção para a perda de peso, ao deixarem de ingerir alimentos, principalmente carboidratos que se transformam em glicogênio, fonte de energia para as células. No lugar, o fígado usa a gordura armazenada para transforma-la em beta-hidroxibutirato e outros resíduos, chamados de "corpos cetónicos", por sua estrutura molecular. Acetona é um desses produtos, e ela é eliminada pela urina, mas o beta-hidroxibutirato se torna o alimento celular. Dizem que os neurônios o assimilam muito bem, gerando mais clareza mental e disposição, ao invés de apatia, como muitos imaginam quando se deixa de comer.

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