Devido à intensa pressão do setor produtivo e parte dos consumidores finais, o governo recuou na decisão de taxar em 20% produtos de informática e eletrônicos. Isso afetaria produtos como aparelhos de ressonância magnética, sensores, máquinas têxteis e peças para computadores.
Ironicamente, essa medida, adotada em pleno ano eleitoral, tinha como desculpa a proteção da indústria nacional, mas boa parte dos itens atingidos não é produzida aqui. Mesmo setores do próprio governo resistiram em implementar a decisão, devido aos óbvios efeitos negativos na campanha eleitoral.
É de se questionar sobre o porquê dessa fúria arrecadatória, mesmo com o risco de haver prejuízos na imagem já desgastada do governo, acusado de gastar demais e fomentar a gula dos outros Poderes com o NOSSO DINHEIRO.
N. do A.: Também preocupa a preocupação do Judiciário em querer se proteger da lei, e não proteger a lei, por meio de medidas monocráticas de um membro do STF para blindar um colega. Este caso é explorado intensivamente na imprensa, mesmo aqueles veiculos que defendiam as ações do Judiciário alegando proteger a democracia. Tais medidas acabam reforçando a imagem do Brasil como uma kakistocracia.
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