sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O novo normal do Louvre

Apos o assalto ao museu do Louvre, o mais famoso do mundo, a rotina vem mudando progressivamente, com o pretexto de aumentar a segurança. 

Foram instaladas novas câmaras de vigilância e medidas protetivas adequadas, já que foram detectadas falhas inacreditáveis, como uso de senhas fracas para a configuração do sistema de proteção ao acervo. As joias roubadas, entre elas algumas pertencentes à casa de Bonaparte, ainda têm paradeiro desconhecido. Os ladrões não conseguiram levar a coroa da imperatriz Eugenie, mulher de Napoleão III, mas a danificaram na tentativa, e ela está em processo de restauração. 

Guardas armados poderão ter acesso livre ao interior do museu, algo não exatamente agradável para muitos adeptos do "politicamente correto" em Paris. Mas as novas medidas de segurança farão parte do cotidiano do museu, e os visitantes precisarão se acostumar a isso. 

O Louvre foi roubado em outubro de 2025 e agentes policiais investigam o caso desde então (Dimitar Dilkoff/AFP)

N. do A.: Enquanto isso, no outro lado do Canal da Mancha, ainda causa escândalo nacional a prisão de Andrew, irmão do rei Charles destituído de todos os seus títulos, como o de Duque de York e príncipe britânico, denunciado por escândalos sexuais ligados ao caso Epstein. A lista de envolvidos envolve até mesmo a própria rainha Elizabeth II. Andrew foi liberado após 12 horas de interrogatório. 

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