Este blog já esteve mais interessado nos jogos da Seleção, como uma boa parte dos brasileiros.
E, atualmente, está mais interessado em notícias que realmente façam sentido para o Brasil. Mesmo de forma negativa, como o evento Gilmarpalooza em Lisboa, as bravatas de Lula direcionadas a Donald Trump ou mais uma tentativa de assassinar o Hino Nacional no último amistoso da Seleção contra os "temiveis" e temerosos, muito mais temerosos do que temiveis, panamenhos. A autoria é atribuída a Alcione, uma grande sambista mas não muito chegada a fazer essas coisas chatas, como cantar hinos, e também a Belo, o mesmo cantor pagodeiro e amigo de traficantes, alvos de interesse dos americanos desde antes do anúncio do decreto de Trump e Rubio. Os dois desafinaram, erraram a letra e não sincronizaram as vozes. Tudo isso com a complacência da CBF, responsável por contratar a dupla.
| Endrick comemorou o gol da vitória magra sobre o time de Salah (Rafael Ribeiro/CBF) |
Ah, e a Seleção ganhou dos egípcios (o time de Salah e mais dez) hoje, mas não foi de goleada (2 a 1). Nada para se preocupar, mas os que creem num vexame na Copa nao dormem mais tranquilos. Talvez nem liguem para a partida de hoje.
Nenhum comentário:
Postar um comentário