Este blog já teve uma qualidade melhor. Parece que está afetado pelo mesmo problema dos outros que vieram antes, ou até mesmo depois, dele: a falta de um ritmo constante de publicações. Isso tem a ver com a falta de tempo para postar, mas também pelo esgotamento de algumas pautas, enquanto outras são intensivamente exploradas por portais de notícias ou, principalmente, pelas redes sociais.
Para não deixar o espaço morrer, cabe repensar o uso. E, como já foi repetido algumas vezes, será necessário diversificar. Nesta semana, já houve a exploração de animações toscas, uma de autoria própria e outra de outro autor, cujo nome não descobri, mas serviu como propaganda de guerra e de política. Ambas diarreias mentais.
Política, economia, crimes, corrupção, assuntos internacionais, tudo já foi abordado com frequência. A campanha política, cujo ritmo parece ditado mais pelo Flávio Bolsonaro (a sua participação na Marcha para Jesus foi muito comentada, para tentar amenizar o estrago causado pelo envolvimento com o Daniel Vorcaro e o filme Dark House) do que pelo próprio presidente (ainda não oficialmente candidato à reeleição, mas empenhado em todo tipo de medida visando ganhar votos), é o assunto mais explorado pelas mídias, ao lado da guerra no Oriente Médio. O conflito entre Ucrânia e Rússia, ainda muito intenso, ficou meio esquecido, mas ainda causa mortes, devastação e risco de escalada, com o envolvimento de países atingidos pelo fogo cruzado, como a Romênia, a Polônia e a Hungria.
Até segunda, cabe colocar algo interessante. Pensarei nisso neste fim de semana.
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