quarta-feira, 30 de setembro de 2026

O Brasil que queremos

Nosso país ainda está tentando procurar um rumo, e ele necessariamente deve começar nas eleições. Não só o presidente, mas os governadores, os deputados e os senadores influenciam nossas vidas, enquanto nós não aprendemos a nos virar sem eles. 

Certamente não queremos o Brasil como está, com miséria, analfabetismo, desindustrialização, dívida pública, hospitais públicos assemelhados a matadouros, corrupção, tráfico de influência, violência, crime organizado, Estado paralelo, desarmonia entre os Poderes, judicialização da política, politicagem na Justiça, desmatamentos ilegais, etc. Não podemos voltar ao tempo que havia tudo isso, mas pelo menos o futebol dava alegria ao povo e havia música popular audível. E nem querer um futuro onde o Brasil vá a ser alguma colônia chinesa ou americana. 

Afinal, o que queremos? Um Brasil melhor, sem nenhuma das desgraças acima. Mas isso não se constroi em um ou mesmo cinco mandatos, mas deve começar a progredir em direção a isso. E, apesar do nosso sistema político-eleitoral merecedor das mais severas críticas, projetado para impedir o povo de ser um verdadeiro protagonista, não devemos nos desanimar. É preciso votar no próximo domingo. Vamos decidir na urna. Se porventura se confirmar que ela foi programada para a fraude, como pregam muitos que defendem o voto impresso ou mesmo o retorno do papel, a culpa não é nossa, e caberá a nós decidir o que fazer depois. Mas, na hipótese da urna refletir a vontade da população, estará definido o começo do nosso caminho. 

Que ele nos leve a um Brasil melhor. 

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