Não é mais uma celebridade a morrer, e tem a ver com a CBF. E não, não é exatamente sobre o futebol, que está mais para alguém com fortes e permanentes sequelas, mas ainda está vivo. Meio morto-vivo, como mostra o amistoso contra a seleção francesa, diga-se. E nem Neymar, mais uma vez ausente, será capaz de tirar o futebol da Seleção da condição "zumbificada".
| Bremer fez o gol brasileiro na derrota por 2 a 1 para os franceses (Reprodução/Jogada 10) |
Quem morreu, então? A ideia de batizar o uniforme da Seleção como "Brasa".
O próprio presidente da CBF, Samir Xaud, vetou o uso da marca proposto pela Nike, diante da má repercussão e péssimo marketing feito pela fornecedora americana. Isso indica que o assunto está destinado a ser morto e enterrado. Assim como a chance da Seleção ser hexa na Copa do Mundo deste ano, mas aí já é outro assunto, não sendo problema da Nike, e sim de Carlo Ancelotti e do elenco.
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