Com o sucesso festejado da missão Artemis II, a NASA e algumas empresas para exploração espacial, como a própria SpaceX, de Elon Musk, estão já cogitando viagens para Marte, o planeta mais próximo de nós.
Não será qualquer passeio, usando a tecnologia atual: a missão Artemis levou cerca de cinco dias para chegar à órbita lunar e nem aterrissou, por não fazer parte de suas tarefas. Para Marte, segundo cálculos recentes do brasileiro Marcelo de Oliveira Souza, que se fundamentou nas trajetórias de satélites para estimar a viagem, serão sete meses.
Ir para qualquer um desses corpos celestes é a parte mais fácil, mas levará um bom tempo até serem criadas as condições mínimas para a ocupação, usando os recursos naturais. É sabido que tanto a Lua quanto Marte possuem uma atmosfera rarefeita, e com base nos estudos astronômicos, são inviáveis para a ocupação por parte dos "terráqueos", apesar das evidências de ter abrigado vida.
Criar ambientes artificiais para a colonização nem é o pior de tudo, pois existem fatores capazes de arruinar os planos, levando os colonizadores a uma morte quase certa, como atividades sísmicas, tempestades, distância para o fornecimento de suprimentos, insucessos na preparação do terreno para eventuais atividades agrícolas, entre outros.
Todavia, o site "humanmars.net" exibe um cronograma detalhado para preparar os terrenos, incluindo missões tripuladas no Planeta Vermelho já em 2035. A SpaceX e a Estação Espacial Internacional estarão envolvidas nos trabalhos.
| Nasa e SpaceX vão ser responsáveis pelas primeiras missões tripuladas para Marte já na década de 2030 (humanMars.net) |
N. do A.: Além da guerra no Irã, muita gente acompanhou as eleições parlamentares na Hungria, considerada uma espécie de posição pró-Trump (e, ao mesmo tempo, pró-Putin) na Europa. O partido governista Fidesz, conhecido pelo nacionalismo ferrenho e pelo combate à imigração, perdeu, e Victor Orbán deixará o poder. Peter Magýar, ex-membro do Fidesz e representante do Tisza, foi eleito, e promete uma política mais moderada e pró-Europa, sem deixar de combater a onda de imigrantes vindos da Ásia e África. Muitos combatentes do chamado "globalismo" criticam o novo premiê por ser apoiado por George Soros, o bilionário de origem húngara, acusado de estar junto com a BlackRock e outras grandes corporações para financiar projetos contra as políticas conservadoras; eles também são acusados de quererem fomentar guerras e estimular membros da "elite global" a fugirem para outros planetas em caso de catástrofe nuclear.
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