terça-feira, 14 de julho de 2026

No dia da Revolução, os franceses viram sonho do título ir para a guilhotina

Mais uma vez, uma postagem sobre a Copa do Mundo, e a equipe francesa, favorita ao título, foi jogar em pleno aniversário da data mais conhecida envolvendo o país, o dia da queda da Bastilha, ou o dia da Revolução de 1789. 

Foram enfrentar uma das poucas equipes a lhes dar boas dores de cabeça. O time espanhol os derrotou várias vezes recentemente, e os resultados na Eurocopa de 2024 e na Liga das Nações de 2025 ainda estão vivos na memória francesa. E, pela terceira vez, também numa semifinal, a Fúria dominou o jogo. De pênalti, Oyarzabal abriu o placar. Pedro Porro, no segundo tempo, definiu. Mbappé e Dembelé, a dupla mais temida da Copa, não conseguiu fazer a diferença. Muito menos Olise, que costuma desequilibrar as partidas, mas foi neutralizado pelo infame Cucurella. E os franceses passaram a ser chamados de "fregueses". Em pleno dia da Revolução. 

Yamal, o jogador mais badalado do time vermelho, não precisou nem brilhar (descontando aquele gol anulado), mas terá a chance na grande final, quando enfrentarão a Inglaterra ou a Argentina. 

A Seleção Espanhola consagrou-se como algoz dos franceses (Hannah McKey / Reuters)


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