sexta-feira, 31 de julho de 2026

E AGORA???

 Repito a mesma pergunta que compõe o título do artigo anterior, por causa de uma tragédia humana. 

Pelo menos 34 pessoas morreram ao tentar atravessar a fronteira entre Marrocos e o território de Ceuta, na Espanha. Dezenas de milhares conseguiram cruzar a fronteira. A nado. 

Cerca de 60.000 pessoas arriscaram suas vidas para entrar no território espanhol de Ceuta, na costa do Marrocos (Abdelmajid Bziouat/AFP)

Isso mostra não apenas a falência dos países africanos, mas também a desídia da política europeia. Administraram pessimamente os povos africanos, quando os territórios no continente eram colônias, visando dilapilar os recursos naturais, como minérios, terras para agricultura e exploração da fauna e da flora. Depois, permitiram a imigração de milhares desses mesmos povos, oprimidos pela fome, de forma permissiva, com regras frouxas, pouco claras e raramente obedecidas pelos grupos desesperados em busca de emprego, mas onde terroristas e outros criminosos se infiltravam. Agora restringem a imigração e são acusados de desumanidade, de xenofobia, enquanto as causas desses movimentos humanos em massa ficam intocadas. Não conseguem e não querem ajudar a resolver. E os próprios governos africanos, corruptos e ditatoriais, são parte do problema. 

E há dados que mostram uma expansão populacional dos imigrantes, boa parte deles de religião muçulmana, enquanto a população nativa entra em retração. Costuma-se desdenhar de uma projeção futura, com a Europa à beira da islamização, mais pobre, socialmente injusta e culturalmente transformada - e deformada. Logo a cultura, algo do qual os europeus tanto se vangloriam, está em pleno processo de descaracterização, iniciado pela influência norte-americana e depois pelos movimentos ditos "politicamente corretos". 

Como lidar com isso? Os governos da Espanha, e também da França, da Alemanha, de Portugal, do Reino Unido, da Itália e de outros países ainda tentam responder a isso. 

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